Digo-te tantas coisas e ainda assim...
Digo-te tantas coisas, meu amor! Digo que te amo na pura acepção da palavra amor, digo que te quero como se quer verdadeiramente outro em nós, digo outras coisas de que te lembrarás e que só tu sabes e a que só tu sabes dar valor. Digo-te coisas simples, digo-te coisas complexas, outras que não sei categorizar.
Ainda assim, há ainda tanta coisa que nunca te disse. Tenho tanto para de dizer, tanto para te dar, tanto para te mostrar de mim. Quero mostrar-te o tanto que me mudaste, o tanto que me deste, o tanto que significas em mim.
Ainda não te disse que o teu sorriso é o mundo onde habito e descanso todas as noites em que um luar ilumina o mundo, ainda não te disse que o teu olhar negro é alimento corpóreo para a minha alma faminta, que as tuas mãos são o descanso perfeito para as minhas e que o teu corpo é a cama onde me aninho à noite. Ainda não te disse que os teus cabelos são a aurora matinal que me desperta e perfuma todos os dias antes de sair de casa para o trabalho. Ainda não te disse que a tua voz sussurada e que a tua respiração funda me acelera o batimento cardíaco, me faz fechar os olhos e me faz sentir-te tão próxima quando estás tão distante.
Ainda não te disse o quanto tudo em mim é teu, o quanto significas hoje em cada batimento cardíaco meu, o quanto significas em cada passo que dou e em cada decisão que tomo, o quanto a tua mera existência representa a prova viva de que vivo, de que vivo em ti…
Escrito a 24 de Setembro de 2005.
Ainda assim, há ainda tanta coisa que nunca te disse. Tenho tanto para de dizer, tanto para te dar, tanto para te mostrar de mim. Quero mostrar-te o tanto que me mudaste, o tanto que me deste, o tanto que significas em mim.
Ainda não te disse que o teu sorriso é o mundo onde habito e descanso todas as noites em que um luar ilumina o mundo, ainda não te disse que o teu olhar negro é alimento corpóreo para a minha alma faminta, que as tuas mãos são o descanso perfeito para as minhas e que o teu corpo é a cama onde me aninho à noite. Ainda não te disse que os teus cabelos são a aurora matinal que me desperta e perfuma todos os dias antes de sair de casa para o trabalho. Ainda não te disse que a tua voz sussurada e que a tua respiração funda me acelera o batimento cardíaco, me faz fechar os olhos e me faz sentir-te tão próxima quando estás tão distante.
Ainda não te disse o quanto tudo em mim é teu, o quanto significas hoje em cada batimento cardíaco meu, o quanto significas em cada passo que dou e em cada decisão que tomo, o quanto a tua mera existência representa a prova viva de que vivo, de que vivo em ti…
Escrito a 24 de Setembro de 2005.
Tenho a ligeira impressão de que reconheço esta forma de escrita, esta sensibilidade e este desejo do todo (perfeito)
catitinha * tudo conta para alguma coisa, nem que seja só para deixar de contar
(hehehe troquei-te)
becitu
Posted by
Anónimo |
9/27/2005 11:31 p.m.
Catita: muito obrigado pela tua visita... Como já te disse, gosto muito da tua poesia e dos teus cantinhos...
Pois é, este blog é para isso mesmo (pelo menos algumas vezes. A maior parte das vezes...), para que as coisas deixem de contar em mim como se me fossem engolir, como se me fossem aprisionar numa qualquer prisão mental...
Volta sempre, gostei muito da tua visita...
Posted by
Cabisbaixo |
9/28/2005 9:57 a.m.