Tu
Prometi a mim e a ti que seria desta maneira, em silêncio, que respeitaria as tuas opções, a tua vida, a tua maneira de ser. Eu sei que não te conheço bem, mas respeito cada pedido teu. Acho que não o quebro com este texto e não sei se o lerás. Mas se o leres quero que saibas algumas coisas, coisas que sinto.
Primeira. Nunca utilizei este espaço para deixar recados e também não o estou a fazer agora. Antes, digo o que sinto, o que me preocupa, o que me atormenta. E tudo quanto aqui direi cabe nestas categorias. É como um desabafo de alma, um aliviar, dizer a algo (e não a alguém) que te compreendo e que te respeito, mais do que tudo. Só sei que tenho de dizer algo, tenho de o fazer. É imperativo, sinto-o. E não tenho outra forma de o fazer. Eu, pelo menos, não conheço outra...
Segunda. Estou preocupado contigo, a sério! Não precisas que sinta isto por ti, eu sei, mas não consigo evitar. Não posso deixar de me sentir triste por estares assim, não deixo de sentir cada lágrima, cada grito, cada batimento descompassado do teu coração. Sinto-o. Não te sei explicar como, mas sinto-o e tenho a certeza que são os teus. Não deixei de te sentir...
Terceira. O pouco que sei de ti agora preocupa-me, às vezes anestesia-me… não faço nada. Mas não deixo de estar aqui. Não estou ao pé de ti, sei que não o queres. Mas estou perto, para quando precisares de mim. Não porque ache que tu me vás chamar, mas para que saibas que não estás sozinha, para que não te sintas só na tua dor. Não sei se te faz bem. Nem tão pouco sei se lhe darás valor. Mas não me interessa, sabes? Se for assim, será…
Quarta. Compreendo-te. Não me digas que não. Percebo, já te disse uma vez, as tuas dores, os teus receios, as tuas inseguranças. O que queres e o que não queres. O que é aceitável e o que não é. Aceito, como não poderia deixar de o fazer. Sei que talvez seja o melhor para ti, para mim, para nós. E isso é-me suficiente. Mas compreendo, não tenhas dúvidas que compreendo.
Última. A conquista que queres fazer, tenho a certeza, será uma das mais fortes, uma das mais alicerçadas. Será lenta. Mas no fim estará segura, será quase inexpugnável. Acho que será uma boa razão para pores um sorriso nesses lábios, para te libertares. Daqui sairás mais forte, mais tu própria… e isso é um bem, nunca te esqueças.
E agora o silêncio…
Primeira. Nunca utilizei este espaço para deixar recados e também não o estou a fazer agora. Antes, digo o que sinto, o que me preocupa, o que me atormenta. E tudo quanto aqui direi cabe nestas categorias. É como um desabafo de alma, um aliviar, dizer a algo (e não a alguém) que te compreendo e que te respeito, mais do que tudo. Só sei que tenho de dizer algo, tenho de o fazer. É imperativo, sinto-o. E não tenho outra forma de o fazer. Eu, pelo menos, não conheço outra...
Segunda. Estou preocupado contigo, a sério! Não precisas que sinta isto por ti, eu sei, mas não consigo evitar. Não posso deixar de me sentir triste por estares assim, não deixo de sentir cada lágrima, cada grito, cada batimento descompassado do teu coração. Sinto-o. Não te sei explicar como, mas sinto-o e tenho a certeza que são os teus. Não deixei de te sentir...
Terceira. O pouco que sei de ti agora preocupa-me, às vezes anestesia-me… não faço nada. Mas não deixo de estar aqui. Não estou ao pé de ti, sei que não o queres. Mas estou perto, para quando precisares de mim. Não porque ache que tu me vás chamar, mas para que saibas que não estás sozinha, para que não te sintas só na tua dor. Não sei se te faz bem. Nem tão pouco sei se lhe darás valor. Mas não me interessa, sabes? Se for assim, será…
Quarta. Compreendo-te. Não me digas que não. Percebo, já te disse uma vez, as tuas dores, os teus receios, as tuas inseguranças. O que queres e o que não queres. O que é aceitável e o que não é. Aceito, como não poderia deixar de o fazer. Sei que talvez seja o melhor para ti, para mim, para nós. E isso é-me suficiente. Mas compreendo, não tenhas dúvidas que compreendo.
Última. A conquista que queres fazer, tenho a certeza, será uma das mais fortes, uma das mais alicerçadas. Será lenta. Mas no fim estará segura, será quase inexpugnável. Acho que será uma boa razão para pores um sorriso nesses lábios, para te libertares. Daqui sairás mais forte, mais tu própria… e isso é um bem, nunca te esqueças.
E agora o silêncio…