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domingo, agosto 21, 2005 

A impossibilidade em mim

O silêncio dela rola-me pelo rosto abaixo,
O desejo de a ouvir deixa-me surdo a qualquer outro som.
A vontade de correr para ela e abraçá-la
Deixa-me desmembrado, deixa-me atleta do esquecimento,
E no meio não sou nada, não faço nada,
Sou a recusa de acção, sou um animal de princípios tolos.
O meu amor é impossível para além de todas as outras impossibilidades.

É tão estranho...este teu blog é-me tão familiar...Pelo transpira dos teus textos, quase que arriscaria a dizer-te que poderiam ser meus...

Obrigada pela visita. Volta sempre

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