Conclusão
Acordo, depois de mais uma noite mal dormida. Penso em ti, primeiro pensamento do dia. Ainda intranquilo, ainda estremunhado, ainda outro, o outro dos meus sonhos, dos quais nunca me recordo. Lembro-te com todas as forças que tenho, lembro-me de tudo, não vale a pena enumerar. E depois penso o que estarás a fazer, como te sentes, se ainda te lembras do meu sorriso, do meu corpo, do meu cabelo e da minha barba com três semanas. Penso se ainda te lembras da minha cara de miúdo…
No fim, tento lembrar-me o porquê de ainda não te ter esquecido. E não chego a nenhuma ilação confortável. Tento saber quanto tempo ainda te vou lembrar ao acordar. Às vezes sei que vai ser só mais um dia, às vezes sei que te vou lembrar a vida toda.
Chego à conclusão que a última opção é a que prefiro. Não quero esquecer-te, foste a melhor coisa que alguma vez me aconteceu, sua tonta…
No fim, tento lembrar-me o porquê de ainda não te ter esquecido. E não chego a nenhuma ilação confortável. Tento saber quanto tempo ainda te vou lembrar ao acordar. Às vezes sei que vai ser só mais um dia, às vezes sei que te vou lembrar a vida toda.
Chego à conclusão que a última opção é a que prefiro. Não quero esquecer-te, foste a melhor coisa que alguma vez me aconteceu, sua tonta…
Há coisas que não esquecemos, as vezes por terem sido boas, outras por terem sido más...mas é natural! ao fim ao cabo que somos nós além de aglomerados de experiências e vivências?
Não é suposto esqueceres, creio eu....Mas tb não acho que é suposto quereres o que já passou...guarda-o da melhor maneira.
As coisas que passam raramente voltam a fazer sentido...a vida continua cheia de coisas novas p descobrir quanto mais cedo nos libertarmos, mais rapidamente começamos a nova descoberta!
Posted by
x |
9/04/2005 2:37 p.m.
Sabes, às vezes gostava de não ter memória ou ter uma memória seleccionada por mim. Ás vezes não paramos de pensar em coisas absurdas, de nos lembrarmos de coisas que não valem a pena e por isso mais valia deitar as memórias por uma janela e fechá-la para sempre.
E eu sei que as coisas que passam raramente fazem sentido… às vezes gostaríamos de lhe dar um sentido, um sentido absurdo, para que voltem à idade da inocência, das coisas triviais e boas… e isto é ser humano, por mais que me custe, tenho que suportar este fardo. Sim, acho que tenho de partir à descoberta de qualquer coisa nova, de qualquer emoção, de uma qualquer pessoa, ou de um qualquer projecto.
Desculpa o desabafo… hoje acordei ensonado e estremunhado.
Posted by
Cabisbaixo |
9/05/2005 9:05 a.m.
A última opção é a melhor sim...como disse no Post onde tu comentaste; como podemos não pensar no que nos faz agora sofrer, se é o mesmo que um dia nos fez sorrir?
Sua tonta é um termo que eu adoro!
Posted by
Desconhecida |
9/27/2005 11:31 a.m.