meio Poema meio
… E as minhas mãos nunca se fecham
Perante o dia calmo.
… Caminho por entre os escombros
Desta ideia atroz.
… As mãos e os passos são os mesmos.
… Os mesmos sons, os mesmos dons,
As imagens infames.
… E ao poeta dói tanto esta vida como a
Um homem comum.
… Arde vida! Arde… o teu lugar é entre o pó.
... E este rio em mim, a Criação de um Homem
E de uma Mulher
… É como uma frase côncava, que se crava
Nas unhas.
… Basta-me uma paráfrase outonal. Chega!
… E o azul nunca me chega se me aconchego
Neste frio.
… A vida? É um crepitar dos sonhos na boca
E nos dedos…
Dakota Suite, "One Year"
Perante o dia calmo.
… Caminho por entre os escombros
Desta ideia atroz.
… As mãos e os passos são os mesmos.
… Os mesmos sons, os mesmos dons,
As imagens infames.
… E ao poeta dói tanto esta vida como a
Um homem comum.
… Arde vida! Arde… o teu lugar é entre o pó.
... E este rio em mim, a Criação de um Homem
E de uma Mulher
… É como uma frase côncava, que se crava
Nas unhas.
… Basta-me uma paráfrase outonal. Chega!
… E o azul nunca me chega se me aconchego
Neste frio.
… A vida? É um crepitar dos sonhos na boca
E nos dedos…
Dakota Suite, "One Year"
Está perfeito... Gosto muito, mesmo muito. O final está divino, deixou-me siderada, mas não renderia esse crepitar apenas a esses dois sentidos, estendê-lo-ia aos outros três e, mais que isso, expandi-lo-ia até à nossa capacidade de pensar/imaginar.
Beijo
Posted by
Rita |
12/08/2005 6:44 p.m.
Muito obrigado pelas vossas palavras...
Beijos
Posted by
Cabisbaixo |
12/10/2005 5:23 p.m.