Navigators Yard
Navego nesta pulsão branda, fero amor que fere fundo, barco de velas pandas.
E este mar é feito da orla matinal mais pura, deste sal na tua pele.
E das ondas do mar…
Onde quer que ancore este barco, em que porto for, hei-de ser sempre um marinheiro
De almas, hei-de ser sempre um refúgio para aqueles que me navegam
As costas e as lágrimas…
E neste porto acolho gente de sorriso alvo, de sonhos crispados. E não param de chegar.
E trazem as malas e a carga, os sonhos e as esperanças, lastro dolente…
Vida a bordo desta vida.
E esta gente carrega nas mãos as memórias deste vento frio. Nos olhos trazem-te doce,
Nos cabelos trazem-te distante. E não há razão que te sirva de abrigo nesta
Hora rouca…
E corro o mundo incauto, levo comigo todos os sonhos teus. Prostrado nos teus olhos
Negros, astrolábio dos incautos, norte pueril, jaz o momento
Puro. Em que partes…
E a viagem segue pelos confins do teu corpo, leito dos sonhos vagos…
Dakota Suite, "Cancer and You (1987-)"
E este mar é feito da orla matinal mais pura, deste sal na tua pele.
E das ondas do mar…
Onde quer que ancore este barco, em que porto for, hei-de ser sempre um marinheiro
De almas, hei-de ser sempre um refúgio para aqueles que me navegam
As costas e as lágrimas…
E neste porto acolho gente de sorriso alvo, de sonhos crispados. E não param de chegar.
E trazem as malas e a carga, os sonhos e as esperanças, lastro dolente…
Vida a bordo desta vida.
E esta gente carrega nas mãos as memórias deste vento frio. Nos olhos trazem-te doce,
Nos cabelos trazem-te distante. E não há razão que te sirva de abrigo nesta
Hora rouca…
E corro o mundo incauto, levo comigo todos os sonhos teus. Prostrado nos teus olhos
Negros, astrolábio dos incautos, norte pueril, jaz o momento
Puro. Em que partes…
E a viagem segue pelos confins do teu corpo, leito dos sonhos vagos…
Dakota Suite, "Cancer and You (1987-)"