O álbum das memórias rocambolescas em mim… Para me lembrar do que sou, do que fui e do que hei-de ser… ainda que em outra vida, ainda que em outra personagem que não eu. O outro que nasce em mim…
Há sempre coisas dos outros que guardamos em nós, precisamente as que têm, aparentemente, uma maior volatilidade. Queremos tornar eternas realidades etéreas e não nos pacificamos com a hipótese de as perder de vista para nunca mais as (re)encontrar. Gostei das palavras, seria de estranhar, o contrário. Beijo
Há sempre coisas dos outros que guardamos em nós, precisamente as que têm, aparentemente, uma maior volatilidade. Queremos tornar eternas realidades etéreas e não nos pacificamos com a hipótese de as perder de vista para nunca mais as (re)encontrar. Gostei das palavras, seria de estranhar, o contrário.
Beijo
Posted by
Rita |
12/01/2005 2:02 a.m.