O álbum das memórias rocambolescas em mim… Para me lembrar do que sou, do que fui e do que hei-de ser… ainda que em outra vida, ainda que em outra personagem que não eu. O outro que nasce em mim…
Há sempre uma miríade quase infinita de possibilidades que fica ao nosso alcance quando nos relacionamos com os outros, há sempre uma linha do horizonte bem longe para nos dar a margem de manobra de que precisamos para encontrarmos a fórmula certa que melhor nos assenta, por entre as nossas tentativas de ensaio e erro.
Quão Popperiana é essa ideia de infinito relacional... Mas eu sei aquilo que procuro, qual a hipótese que quero ver confirmada na minha vida. Falo daquela relação que, não falando, se sente o outro falar em nós, não olhando se sente o outro caminhar para nós, lendo-lhe em cada expressão aquilo que somos, somos verdadeiramente...
É essa a minha linha do horizonte, aquela linha mais fina...
Bom, sendo assim tenho que concordar contigo. Estamos em sintonia. Talvez me tenha expressado mal, o que queria dizer é que somos muito mais do que nós mesmos com os outros, porque nos transcendemos, porque é com outros que conhecemos muito daquilo que somos, muito daquilo que podemos ser, muito daquilo que não queremos ser. Bonita descrição de algo tão complexo e indescritível como é o amor, aquele, o verdadeiro, o insubstituível, o incomparável, o tal... Gostei. Beijo
Olha quem fala... =) É sempre um prazer imenso descobrir bons pensadores/escritores/conversadores, acima de tudo, boas companhias. Será que isto é um efeito dominó...? Beijo
Há sempre uma miríade quase infinita de possibilidades que fica ao nosso alcance quando nos relacionamos com os outros, há sempre uma linha do horizonte bem longe para nos dar a margem de manobra de que precisamos para encontrarmos a fórmula certa que melhor nos assenta, por entre as nossas tentativas de ensaio e erro.
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Rita |
11/28/2005 11:23 p.m.
Quão Popperiana é essa ideia de infinito relacional... Mas eu sei aquilo que procuro, qual a hipótese que quero ver confirmada na minha vida. Falo daquela relação que, não falando, se sente o outro falar em nós, não olhando se sente o outro caminhar para nós, lendo-lhe em cada expressão aquilo que somos, somos verdadeiramente...
É essa a minha linha do horizonte, aquela linha mais fina...
Beijos
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Cabisbaixo |
11/28/2005 11:46 p.m.
Bom, sendo assim tenho que concordar contigo. Estamos em sintonia. Talvez me tenha expressado mal, o que queria dizer é que somos muito mais do que nós mesmos com os outros, porque nos transcendemos, porque é com outros que conhecemos muito daquilo que somos, muito daquilo que podemos ser, muito daquilo que não queremos ser.
Bonita descrição de algo tão complexo e indescritível como é o amor, aquele, o verdadeiro, o insubstituível, o incomparável, o tal... Gostei.
Beijo
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Rita |
11/29/2005 12:16 a.m.
Mas eu concordo com aquilo que disseste no primeiro comment. Acrescentei aquilo que me parece ser aquilo que parece ser a fórumla ideal para mim...
E aquilo que escreves é tão verdadeiro...
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Cabisbaixo |
11/29/2005 12:58 a.m.
Olha quem fala... =) É sempre um prazer imenso descobrir bons pensadores/escritores/conversadores, acima de tudo, boas companhias. Será que isto é um efeito dominó...?
Beijo
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Rita |
11/29/2005 1:10 a.m.
Pachita, és uma workaholic :P...
Beijos
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Cabisbaixo |
11/29/2005 11:46 p.m.