O álbum das memórias rocambolescas em mim… Para me lembrar do que sou, do que fui e do que hei-de ser… ainda que em outra vida, ainda que em outra personagem que não eu. O outro que nasce em mim…
Esse grão de areia que tens na mão é o mundo onde vivo. Onde, pela manhã, abro os olhos, pesados. Onde, de olhos pesados, adormeço profundamente pelas tardes e pelas noites.
Não sei muito bem porquê nem se era essa a tua ideia, mas estas tuas palavras tiveram um duplo sentido para mim: ora o outro tem poderes sobredimensionados sobre aquilo onde te moves, ora, com toda a sua grandeza, torna tudo o resto pequeno. Não sei, deixaste-me a pensar nisso... Acho que prefiro a segunda opção... Beijo
Intimidade indecente: viste tão bem coisas que eu não me atrevi. Eu acho que as duas coexistem. Mas não sei... E estas ruas são paralelas. São ruas... e a vida corre, sem sentido.
Meia Lua: E quem quer a minha vida, este grão de areia?
Cabisbaixo: "I believe in Love" (como diz tão bem a música que escolheste para o post Incauto) e devias ver sem ser com os olhos e sentir ao invés de esperar respostas... porque elas virão, naturalmente. beijo*
Quando sentires que o grão de areia está nas mãos de alguém...o mundo onde vives...quando o teu primeio pensamento do dia e o último da noite tiver um só protagonista...
O primeiro da manhã, o último da manhã e todos os outros pensamentos em redor, aqueles que florescem de todas as emoções, de todas as circunstâncias...
Não sei muito bem porquê nem se era essa a tua ideia, mas estas tuas palavras tiveram um duplo sentido para mim: ora o outro tem poderes sobredimensionados sobre aquilo onde te moves, ora, com toda a sua grandeza, torna tudo o resto pequeno. Não sei, deixaste-me a pensar nisso... Acho que prefiro a segunda opção...
Beijo
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Rita |
12/15/2005 12:44 p.m.
Quem não quer um amor assim... ?
:*
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Meia Lua |
12/15/2005 4:23 p.m.
Intimidade indecente: viste tão bem coisas que eu não me atrevi. Eu acho que as duas coexistem. Mas não sei... E estas ruas são paralelas. São ruas... e a vida corre, sem sentido.
Meia Lua: E quem quer a minha vida, este grão de areia?
Beijos
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Cabisbaixo |
12/15/2005 11:37 p.m.
a dormência... quantas rimas lhe podiamos dar...
tou blurp, penso nada digo nada faço pouco
becitu espacial
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Anónimo |
12/16/2005 11:03 p.m.
Este comentário foi removido por um gestor do blogue.
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Meia Lua |
12/17/2005 10:29 p.m.
Cabisbaixo: "I believe in Love" (como diz tão bem a música que escolheste para o post Incauto) e devias ver sem ser com os olhos e sentir ao invés de esperar respostas... porque elas virão, naturalmente. beijo*
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Meia Lua |
12/17/2005 10:40 p.m.
Tramp: podiamos fazer-lhe rimas infindáveis. E sonetos... e fazer da dormência um modo de vida!
Comment Deleted: This post will not be removed by the the new owner. He will keep it...
Meia Lua: E como é que isso se faz? E como é que sabemos que chegou?
Beijos
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Cabisbaixo |
12/18/2005 8:42 a.m.
Quando sentires que o grão de areia está nas mãos de alguém...o mundo onde vives...quando o teu primeio pensamento do dia e o último da noite tiver um só protagonista...
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Meia Lua |
12/18/2005 11:22 a.m.
O primeiro da manhã, o último da manhã e todos os outros pensamentos em redor, aqueles que florescem de todas as emoções, de todas as circunstâncias...
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Cabisbaixo |
12/18/2005 11:27 a.m.
vês? como sentes....
e como te chegam as respostas em emoções e circunstâncias...ao redor dos pensamentos?...
um beijo
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Meia Lua |
12/18/2005 5:11 p.m.
Em redor de tudo... dos pensamentos e dos cheiros, das emoções e das cores, dos olhares... sim, dos olhares...
Beijos
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Cabisbaixo |
12/18/2005 8:06 p.m.