Amizade
Não, não vou tentar definir amizade, não me atrevo sequer. Mas queria deixar aqui um testemunho de uma demonstração de amizade para comigo, para que me lembre toda a vida da noite que passei ontem.
Jantei com antigos colegas de trabalho, pessoas que prezo muito. Por quem tenho uma grande estima e amizade. E que depois de tudo o que se passou, tiveram a coragem de me convidar para jantar, correndo os riscos inerentes a esta acção. Sem complexos e sem olhar duas vezes para trás.
E foi um jantar divertidíssimo, eu estava inspirado, como nos velhos tempos em que por lá trabalhava. Talvez porque tive um dia muito bom. Talvez porque os voltava a encontrar, passados alguns meses. E estava cheio de saudades.
Estavam todos. Estava a Graça, que continua a chamar-me “o nosso menino”, que é das coisas mais ternas e mais respeitadoras que já me disseram. Porque apesar de ser o mais novo de todos, sempre me respeitaram e apoiaram nas decisões difíceis que tive de tomar. Sempre me tentaram almofadar a queda quando a coisa correu mal. Sempre me consideraram um deles, que veste a camisola e vai à guerra. E que deu tudo pela instituição e que dá tudo por eles. Como eles me ensinaram a fazer…
Oito anos não se apagam de um dia para o outro. Nem nunca se apagam, da maneira que foram vividos. Mas é assim que transformamos os colegas de trabalho em amigos para a vida…
Jantei com antigos colegas de trabalho, pessoas que prezo muito. Por quem tenho uma grande estima e amizade. E que depois de tudo o que se passou, tiveram a coragem de me convidar para jantar, correndo os riscos inerentes a esta acção. Sem complexos e sem olhar duas vezes para trás.
E foi um jantar divertidíssimo, eu estava inspirado, como nos velhos tempos em que por lá trabalhava. Talvez porque tive um dia muito bom. Talvez porque os voltava a encontrar, passados alguns meses. E estava cheio de saudades.
Estavam todos. Estava a Graça, que continua a chamar-me “o nosso menino”, que é das coisas mais ternas e mais respeitadoras que já me disseram. Porque apesar de ser o mais novo de todos, sempre me respeitaram e apoiaram nas decisões difíceis que tive de tomar. Sempre me tentaram almofadar a queda quando a coisa correu mal. Sempre me consideraram um deles, que veste a camisola e vai à guerra. E que deu tudo pela instituição e que dá tudo por eles. Como eles me ensinaram a fazer…
Oito anos não se apagam de um dia para o outro. Nem nunca se apagam, da maneira que foram vividos. Mas é assim que transformamos os colegas de trabalho em amigos para a vida…
Tão lindo... Essa sensibilidade à flor da pele é algo de incomensuravelmente belo. Tenho a certeza que todas essas pessoas têm óptimas razões para te reservarem um lugar muito especial dentro delas. Perante essa grandeza e nobreza de sentimentos, ficamos desarmados. Obrigada por partilhares instantes tão essenciais com aqueles que por aqui passam. Pessoalmente, sinto-me uma sortuda.
Beijo grande*
Posted by
Rita |
12/23/2005 1:34 p.m.