O álbum das memórias rocambolescas em mim… Para me lembrar do que sou, do que fui e do que hei-de ser… ainda que em outra vida, ainda que em outra personagem que não eu. O outro que nasce em mim…
Há alguma verdade em amar alguém? Não, nenhuma! Há mais verdade nas cínicas condolências de um assassino à viúva enlutada do que em amar alguém, assim, despropositadamente…