Há dias assim
Há dias assim, em que tudo o que temos para fazer é não fazer nada. Em absoluto e em concreto, sem pudor ou arrependimento pelos minutos perdidos de trabalho ou qualquer outra actividade produtiva.
Hoje foi assim o meu dia, dormi a manhã toda, descansei e revi um filme pela tarde. Perfeito, é assim que o sinto. Agora oiço música, Air, numa das melhores músicas pop dos últimos tempos, de sempre digo eu. A voz cândida de Beth Hirsch (album a solo fantástico, com músicas belíssimas), instrumentação e efeitos de uma simplicidade celestial, só ao alcance dos eleitos. Há qualquer coisa nesta música que me faz ouvi-la ininterruptamente, sem pausas e sem condescendência.
Fruto de tudo isto, hoje sinto-me descomplexado, com uma paz interna que há muito não sentia, mas que tenho vindo paulatinamente a ganhar. Todos os dias acumulo um pouco no recipiente que é o meu corpo. Todos os dias a leveza que me sustenta tem sido maior, menos discreta. Todos os dias são dias para festejar, para me sentir bem comigo e naquilo que me tornei.
Tudo isto se mistura agora com uma sensação quente, um pressentimento robusto: vai acontecer qualquer coisa de muito bom na minha vida. Não sei muito bem explicar o quê, nem como, nem onde. Mas sei quando, está para muito breve. Há qualquer coisa neste ócio que me oferece esta certeza, este mundo!
E neste mundo vivo eu bem...
Air, "All I need"
Hoje foi assim o meu dia, dormi a manhã toda, descansei e revi um filme pela tarde. Perfeito, é assim que o sinto. Agora oiço música, Air, numa das melhores músicas pop dos últimos tempos, de sempre digo eu. A voz cândida de Beth Hirsch (album a solo fantástico, com músicas belíssimas), instrumentação e efeitos de uma simplicidade celestial, só ao alcance dos eleitos. Há qualquer coisa nesta música que me faz ouvi-la ininterruptamente, sem pausas e sem condescendência.
Fruto de tudo isto, hoje sinto-me descomplexado, com uma paz interna que há muito não sentia, mas que tenho vindo paulatinamente a ganhar. Todos os dias acumulo um pouco no recipiente que é o meu corpo. Todos os dias a leveza que me sustenta tem sido maior, menos discreta. Todos os dias são dias para festejar, para me sentir bem comigo e naquilo que me tornei.
Tudo isto se mistura agora com uma sensação quente, um pressentimento robusto: vai acontecer qualquer coisa de muito bom na minha vida. Não sei muito bem explicar o quê, nem como, nem onde. Mas sei quando, está para muito breve. Há qualquer coisa neste ócio que me oferece esta certeza, este mundo!
E neste mundo vivo eu bem...
Air, "All I need"
Olá...
Pelo que vi no teu blog, também andas jeitosas, andas... :)
Eu ando assim há algum tempo, ando muito bem há uma semana e qualquer coisa. Os posts que tenho escrito? Relembro Pessoa: "Um poeta é um fingidor. Finge tão completamente que chega a fingir que é dor a dor que deveras sente"... :)
Beijos grandes para ti...
Posted by
Cabisbaixo |
10/30/2005 10:05 a.m.